terça-feira, fevereiro 21, 2006

Dicas de Mènage (Por Liza)

Aqui vai algumas dicas, que vale tanto para homens quanto para mulheres, que desejam participar da intimidade de um casal.

1 - Sejam curiosos, perguntem de tudo, isso demonstra além de interesse, uma preocupação em agradar, e faz com que as coisas fiquem mais claras pra cada pessoa.
2 - Mènage é uma prática onde o casal busca prazer. Por isso envolvimentos financeiros e principalmente afetivos são desaconselhavel. Pode ocorrer, mas evite e acontecendo, saia da relação.
3 - A intimidade do casal deve ser respeitada, por isso saber dos limites é importante, nem todos os casais curtem que fiquem por perto depois do orgasmo, ir ao banheiro, portanto pergunte sobre isso!
4 - Muitos casais curtem irem direto ao assunto, mas outros curtem um clima de sedução. Lembre-se de que a sedução é naquele momento e com um único objetivo, o sexo!
5 - Respeito, respeito e respeito, apesar de ser liberal, os cônjuges gostam de respeito! Por isso evite ser deselegante!
6 - Mostre-se higiênico, proponha um banho, troque sempre de camisinha, esteja limpo e com perfume, mas não exagere!

terça-feira, janeiro 24, 2006

"A verdade sempre se mostra com o cu. Um pau no cu opera como a seta no detector de mentiras. O cu não sabe mentir, não pode mentir: você se machuca, fisicamente, se mentir. A boceta, por outro lado, pode mentir com a simples entrada de um pau no aposento - ela faz isso o tempo todo. Bocetas são feitas para enganar os homens com seus jatos de sumo, sua prontidão para se abrir e suas donas irritadas."
"Ao me foder, ele me fez entrar em contato com a minha feminilidade. Como uma mulher liberada, esse é o único caminho pelo qual posso chegar lá e manter minha dignidade. Virada para cima, de bunda para o ar, tenho pouca escolha a não ser sucumbir e perder a cabeça."

- Extraídas do livro: "a entrega - memórias eróticas" de toni bentley
Jane Fonda, a musa do cinema americano nos anos 60 e 70 conta em sua biografia o tumultuado casamento com o cineasta Roger Vadim, onde muitas vezes dividia a cama com outras mulheres em mènages e orgias.


Helmut Newton nasceu na Alemanha em 1920, fotografando pra várias grifes e revistas, tornou-se uma lenda dos editoriais de moda. Sua fotografia era considerada porn chic e seu fetichismo inspirou várias pessoas, Newton morreu em 2004.

domingo, novembro 06, 2005


Grã-fina na neffertiti

Depois de 10 anos de casada, minha vida sexual estava num estágio onde as fantasias e novidades na cama não davam mais resultados. Apesar de achar que meu marido era um homem fiel a possibilidade dele vir a me trair se tornava cada dia maior, pois a chama do sexo estava se apagando lentamente.
- Amor, o que você acha de irmos em um clube swing?
Estávamos assistindo a um programa de TV que falava dos clubes de casais em São Paulo, quando ele me surpreendeu com essa pergunta, mas a maior surpresa foi meu desejo de conhecer tal lugar. Meus 40 anos de mulher recatada, pudica e religiosa se evaporaram como fumaça de café quente, cedendo lugar aos meus desejos mais proibidos, devassos e safados.
Nossa ida a uma casa liberal foi uma aventura tão excitante quanto emocional. Lembro que meu coração batia acelerado desde que saímos de casa. A primeira vista o ambiente me lembrava o de uma boate normal, com a diferença de só ver casais na pista de dança e por volta dela. Deslocados, fomos conhecer toda a casa, que estava bastante cheia, passamos por um corredor atolado de casais muito a vontade, alguns se beijavam e muitas mulheres também. Paramos numa sala onde o clima estava para lá de quente e rapidamente fomos convidados a entrarmos, nela estavam dois casais. Semi-nus eles se beijavam e se acariciavam na frente um do outro, se apresentaram educadamente.
- Essa é a minha esposa!
A esposa dele estava com outro homem, percebi que estavam trocados. Meu marido foi direto e disse que era a nossa primeira vez. Rindo, as garotas me olhavam tímida e carinhosamente, uma delas, mais atirada puxou a sunga do seu parceiro e meu olhar foi parar no membro de outro homem na frente do meu esposo.
- Pode ficar a vontade.
Me disse ele, estou bem, respondi. Saímos de lá e continuamos a conhecer a casa, a certa altura percebi que estávamos toda a hora dando de cara com um casal, ele e eu já tínhamos trocados olhares tímidos, mas gostosos, pedi ao meu marido que me acompanhasse até o banheiro.
- Você é linda, meu marido ta olhando para você.
Atônita, percebi quem era a mulher, bonita e elegante ela passava batom enquanto lavava minhas mãos. Agradeci, ri e sai, dando de cara com meu marido e o esposo que conversavam descontraidamente. Apresentando-me e me confirmou o que eu já percebia.
- Esse é o Arnaldo, ele ficou interessado em você.
Meu marido dava a cartada final daquela noite. Ao meu ouvido me disse o que eu tentara disfarçar.
- Vi as trocas de olhares entre vocês.
Pegando em minha mão e me puxando, Arnaldo me levou a uma sala mais reservada, percebi que meu marido e a esposa dele nos seguiam, igualmente íntimos. Entramos todos e o Arnaldo fechou a porta depois que meu marido entrou.
- Aqui ficaremos muito mais a vontade.
Veio em minha direção e com muita gentileza sentou-se do meu lado numa das camas, enquanto meu marido e sua esposa conversavam animadamente em outra.
- Acho que eles estão bem.
Falou comigo puxando meu rosto delicadamente para seu olhar, segurando minha mão me disse que pararia se eu a apertasse e com a outra mão passou a me acariciar romanticamente. Sua mão percorreu meu rosto e desceu até minha cintura apertando um pouco, num impulso apertei sua mão.
- Desculpe.
Falou instintivamente, apertando ainda mais sua mão, ele sorriu e a soltou, virando o rosto respirou e me olhou fundo nos olhos, me agarrou na cintura e me beijou, primeiro um leve toque de lábios, depois um beijo profundo, quente e molhado. Refeita olhei para meu marido, que, deitado, estava de calças arriadas com o rosto da mulher no meio de suas pernas, quase não emitia sinal de vida, enquanto os gemidos dela me despertou.
- Ela adora chupar.
Voltei a minha realidade. Pegando em seus cabelos senti que se era para irmos adiante, aquele era o homem certo com certeza. Nos beijamos novamente, dessa vez mais forte e com o corpo também. Senti que o desejo dele estava enorme e me deitei na cama, descendo em meu corpo, Arnaldo foi tirando meus sapatos e subindo minha saia encontrou minhas pernas e coxas, subiu até minha cintura com as duas mãos e procurando minha calcinha foi arriando numa lentidão arrepiante. Ainda coberta pela saia, ele entrou debaixo delas e beijando meu sexo foi descobrindo minha intimidade. Seus beijos estavam cada vez mais próximos de meu prazer e as vezes sua língua dava a certeza da espera do ápice.
Suas caricias se voltaram a parte interna de minhas coxas me fazendo gemer mordendo meu dedo mínimo. Soltando um gemido mais forte, ele passou a fazer o que a esposa dele fazia em meu marido. Vermelha e bastante entregue puxei ele ao meu encontro e saboreei meu sexo na boca de outro homem.
Sua excitação se tornara mais forte e o desejo de ver seu sexo me fez passar a mão, rindo e incrédulo, Arnaldo tirou o cinto e arriou as calças, me mostrando seu membro, excitado e bastante duro, de joelhos na cama, puxou minha cabeça de encontro a seu pau.
- Me chupa gostoso!
A minha descoberta passava pelo momento do tato, mas o impulso sexual do meu parceiro me fez colocar na boca aquele novo membro recém descoberto. Melado e muito inchado descobri que cada homem tem um cheiro e um gosto diferente. Me dando uma camisinha, coloquei pela primeira vez uma num homem.
- Fica de 4 para mim, fica!
Mais do que um pedido, aquilo era a liberação de uma outra mulher dentro de mim, adormecida e quieta por anos. Sua penetração foi calma, mas rígida e firme. Suas caricias em minha bunda, ajudaram a me sentir mais desejada. A quentura de sua penetração e seus movimentos sincronizados, cadenciados e gostosamente firmes me deixaram a mercê do prazer que aquele homem tava me dando, virando pra trás e olhando em seus olhos, percebi o momento de seu orgasmo, me segurou pela cintura mais forte do que esperava, aumentou o ritmo e passou a gemer cada vez mais forte, me olhou.
- Vou gozar!
Segurando forte no travesseiro tive o primeiro orgasmo da minha vida com outro homem que não era o que eu tinha trocado alianças.

quarta-feira, outubro 26, 2005


Dama do Lotação

Nelson Rodrigues

Às dez horas da noite, debaixo de chuva, Carlinhos foi bater na casa do pai. O velho, que andava com a pressão baixa, ruim de saúde como o diabo, tomou um susto:
— Você aqui? A essa hora?
E ele, desabando na poltrona, com profundíssimo suspiro:
— Pois é, meu pai, pois é!
— Como vai Solange? - perguntou o dono da casa. Carlinhos ergueu-se; foi até a janela espiar o jardim pelo vidro. Depois voltou e, sentando-se de novo, larga a bomba:
— Meu pai, desconfio de minha mulher.
Pânico do velho:
— De Solange? Mas você está maluco? Que cretinice é essa?
O filho riu, amargo:
— Antes fosse, meu pai, antes fosse cretinice. Mas o diabo é que andei sabendo de umas coisas... E ela não é a mesma, mudou muito.
Então, o velho, que adorava a nora, que a colocava acima de qualquer dúvida, de qualquer suspeita, teve uma explosão:
— Brigo com você! Rompo! Não te dou nem mais um tostão!
Patético, abrindo os braços aos céus, trovejou:
— Imagine! Duvidar de Solange!
O filho já estava na porta, pronto para sair; disse ainda:
— Se for verdade o que eu desconfio, meu pai, mato minha mulher! Pela luz que me alumia, eu mato, meu pai!

A SUSPEITA

Casados há dois anos, eram felicíssimos. Ambos de ótima família. O pai dele, viúvo e general, em vésperas de aposentadoria, tinha uma dignidade de estátua; na família de Solange havia de tudo: médicos, advogados, banqueiros e, até, ministro de Estado. Dela mesma, se dizia, em toda parte, que era "um amor" ; os mais entusiastas e taxativos afirmavam: "É um doce-de-coco". Sugeria nos gestos e mesmo na figura fina e frágil qualquer coisa de extraterreno. O velho e diabético general poderia pôr a mão no fogo pela nora. Qualquer um faria o mesmo. E todavia... Nessa mesma noite, do aguaceiro, coincidiu de ir jantar com o casal um amigo de infância de ambos, o Assunção. Era desses amigos que entram pela cozinha, que invadem os quartos, numa intimidade absoluta. No meio do jantar, acontece uma pequena fatalidade: cai o guardanapo de Carlinhos. Este curva-se para apanhá-lo e, então, vê, debaixo da mesa, apenas isto: os pés de Solange por cima dos de Assunção ou vice-versa. Carlinhos apanhou o guardanapo e continuou a conversa, a três. Mas já não era o mesmo. Fez a exclamação interior: "Ora essa! Que graça!". A angústia se antecipou ao raciocínio. E ele já sofria antes mesmo de criar a suspeita, de formulá-la. O que vira, afinal, parecia pouco, Todavia, essa mistura de pés, de sapatos, o amargurou como um contato asqueroso. Depois que o amigo saiu, correra à casa do pai para o primeiro desabafo. No dia seguinte, pela manhã, o velho foi procurar o filho:
— Conta o que houve, direitinho!
O filho contou. Então o general fez um escândalo:
— Toma jeito! Tenha vergonha! Tamanho homem com essas bobagens!
Foi um verdadeiro sermão. Para libertar o rapaz da obsessão, o militar condescendeu em fazer confidências:
— Meu filho, esse negócio de ciúme é uma calamidade! Basta dizer o seguinte: eu tive ciúmes de tua mãe! Houve um momento em que eu apostava a minha cabeça que ela me traia! Vê se é possível?!

A CERTEZA

Entretanto, a certeza de Carlinhos já não dependia de fatos objetivos. Instalara-se nele. Vira o quê? Talvez muito pouco; ou seja, uma posse recíproca de pés, debaixo da mesa. Ninguém trai com os pés, evidentemente. Mas de qualquer maneira ele estava "certo". Três dias depois, há o encontro acidental com o Assunção, na cidade. O amigo anuncia, alegremente:
— Ontem viajei no lotação com tua mulher.
Mentiu sem motivo:
— Ela me disse.
Em casa, depois do beijo na face, perguntou:
— Tens visto o Assunção?
E ela, passando verniz nas unhas:
— Nunca mais.
— Nem ontem?
— Nem ontem. E por que ontem?
— Nada,
Carlinhos não disse mais uma palavra; lívido, foi no gabinete, apanhou o revólver e o embolsou. Solange mentira! Viu, no fato, um sintoma a mais de infidelidade. A adúltera precisa até mesmo das mentiras desnecessárias. Voltou para a sala; disse à mulher entrando no gabinete:
— Vem cá um instantinho, Solange.
— Vou já, meu filho.
Berrou:
— Agora!
Solange, espantada, atendeu. Assim que ela entrou, Carlinhos fechou a porta, a chave. E mais: pôs o revólver em cima da mesa. Então, cruzando os braços, diante da mulher atônita, disse-lhe horrores. Mas não elevou a voz, nem fez gestos:
— Não adianta negar! Eu sei de tudo! E ela, encostada à parede, perguntava:
— Sabe de que, criatura? Que negócio é esse? Ora veja!
Gritou-lhe no rosto três vezes a palavra cínica! Mentiu que a fizera seguir por um detetive particular; que todos os seus passos eram espionados religiosamente. Até então não nomeara o amante, como se soubesse tudo, menos a identidade do canalha. Só no fim, apanhando o revolver, completou:
— Vou matar esse cachorro do Assunção! Acabar com a raça dele!
A mulher, até então passiva e apenas espantada, atracou-se com o marido, gritando:
— Não, ele não!
Agarrado pela mulher, quis se desprender, num repelão selvagem. Mas ela o imobilizou, com o grito:
— Ele não foi o único! Há outros!

A DAMA DO LOTAÇÃO

Sem excitação, numa calma intensa, foi contando. Um mês depois do casamento, todas as tardes, saia de casa, apanhava o primeiro lotação que passasse. Sentava-se num banco, ao lado de um cavalheiro. Podia ser velho, moço, feio ou bonito; e uma vez - foi até interessante - coincidiu que seu companheiro fosse um mecânico, de macacão azul, que saltaria pouco adiante. O marido, prostrado na cadeira, a cabeça entre as mãos, fez a pergunta pânica:
— Um mecânico?
Solange, na sua maneira objetiva e casta, confirmou:
— Sim.
Mecânico e desconhecido: duas esquinas depois, já cutucara o rapaz: "Eu desço contigo". O pobre-diabo tivera medo dessa desconhecida linda e granfa. Saltaram juntos: e esta aventura inverossímil foi a primeira, o ponto de partida para muitas outras. No fim de certo tempo, já os motoristas dos lotações a identificavam à distância; e houve um que fingiu um enguiço, para acompanhá-la. Mas esses anônimos, que passavam sem deixar vestígios, amarguravam menos o marido. Ele se enfurecia, na cadeira, com os conhecidos. Além do Assunção, quem mais?
Começou a relação de nomes: fulano, sicrano, beltrano... Carlinhos berrou: "Basta! Chega!". Em voz alta, fez o exagero melancólico:
— A metade do Rio de Janeiro, sim senhor!
O furor extinguira-se nele. Se fosse um único, se fosse apenas o Assunção, mas eram tantos! Afinal, não poderia sair, pela cidade, caçando os amantes. Ela explicou ainda que, todos os dias, quase com hora marcada, precisava escapar de casa, embarcar no primeiro lotação. O marido a olhava, pasmo de a ver linda, intacta, imaculada. Como e possível que certos sentimentos e atos não exalem mau cheiro? Solange agarrou-se a ele, balbuciava: "Não sou culpada! Não tenho culpa!". E, de fato, havia, no mais íntimo de sua alma, uma inocência infinita. Dir-se-ia que era outra que se entregava e não ela mesma. Súbito, o marido passa-lhe a mão pelos quadris: — "Sem calça! Deu agora para andar sem calça, sua égua!". Empurrou-a com um palavrão; passou pela mulher a caminho do quarto; parou, na porta, para dizer:
— Morri para o mundo.

O DEFUNTO

Entrou no quarto, deitou-se na cama, vestido, de paletó, colarinho, gravata, sapatos. Uniu bem os pés; entrelaçou as mãos, na altura do peito; e assim ficou. Pouco depois, a mulher surgiu na porta. Durante alguns momentos esteve imóvel e muda, numa contemplação maravilhada. Acabou murmurando:
— O jantar está na mesa.
Ele, sem se mexer, respondeu:
— Pela ultima vez: morri. Estou morto.
A outra não insistiu. Deixou o quarto, foi dizer à empregada que tirasse a mesa e que não faziam mais as refeições em casa. Em seguida, voltou para o quarto e lá ficou. Apanhou um rosário, sentou-se perto da cama: aceitava a morte do marido como tal; e foi como viúva que rezou. Depois do que ela própria fazia nos lotações, nada mais a espantava. Passou a noite fazendo quarto. No dia seguinte, a mesma cena. E só saiu, à tarde, para sua escapada delirante, de lotação. Regressou horas depois. Retomou o rosário, sentou-se e continuou o velório do marido vivo.

O texto acima, extraído do livro "A vida como ela é...", Companhia das Letras - São Paulo, 1992, pág. 219, é um de seus mais famosos contos, tendo sido tendo sido adaptado para o cinema com grande sucesso.

O swing é uma prática antiga, cujos primeiros relatos nos levam ao século X, ela propõe a troca de experiencias sexuais entre dois ou mais casais.
Somos casados há 15 anos, temos dois filhos, me chamo Sara, tenho 37 anos e meu marido Luis Pedro tem 38 anos, há 3 anos atrás meu marido passou a alugar filmes pornos para apimentar nossas transas, depois comprou revistas pornos que passamos a folhear a ler juntos, essas revistas continham vários anúncios de casais, homens e mulheres em busca de swing e menage. Não demorou muito e o meu marido me fez a proposta de mandarmos uma carta a algum daqueles casais. Eu, como tive uma educação muito religiosa neguei na hora, mas aquilo ficou na minha mente, perguntava ao meu marido porque ele estava querendo aquele tipo de transa. Se ele havia cansado de mim, se ele estava realmente disposto aquilo, etc. Ele disse que deveríamos só pagar pra ver no que iria dar, sem compromissos. Como seu sabia que o Luis Pedro é bastante ciumento, perguntei a ele se ele queria mesmo me ver com outro. Ele disse que iria sentir ciúmes sim, mas desde que eu não gostasse muito ele aceitaria. Relutei muito. Mas mandamos uma cartinha a um casal simpático, o qual não nos respondeu. Depois de mais um tempo o assunto voltou. Desta vez pela internet, mandamos e-mail a alguns casais, recebemos algumas respostas e fomos conversando. Mas nada além de e-mails, eu estava decidida a negar qualquer coisa.
Passado algum tempo aquela conversa voltou a passar pela minha cabeça. Como nosso relacionamento sexual havia esfriado, sugeri ao Luis Pedro que voltássemos a trocar e-mail e que marcássemos um encontro real. Ficamos conversando via mail com um casal durante meses, num fim de semana ele me disse que iríamos sair com um casal experiente para conversarmos. E lá fomos nós, eu gelada de nervosa e ele entusiasmado com a nossa nova fantasia. Só em pensar no que rolaria transamos bastante durante a semana. Chegando no bar onde marcamos o encontro o casal já nos esperava sentados, reconhecemos eles através das roupas que disseram que vestiriam. Era um casal mais velho, mas conservados e bonitos. Tinham nosso mesmo nível cultural e social e a conversa não passou das amenidades formais. Depois de umas 3 horas de papo, fomos convidados a irmos a casa deles perto dali. Chegando lá o papo fluiu como esperávamos, nos contou que eram swingers há algum tempo e que as novas aventuras que tinham só serviam para apimentar e complementar o relacionamento deles. Propuseram uma brincadeira de baralho onde quem tirava a menor carta perdia uma peça de roupa, limitei a ficar apenas de calcinha e sutiã o que foi aceito pelo casal. Mas perdi apenas uma vez mostrando o sutiã, enquanto que meu marido e a esposa do casal ficaram apenas de cueca e calcinha respectivamente, ela que se chamava Verônica, tinha belos seios, grandes, bonitos e rosados. O Hugo, marido da Verônica, ficou vestido tb. Perguntei se iríamos continuar e com a afirmação do meu marido e da Verônica continuamos. Meu marido perdeu e teve que tirar a cueca, já visivelmente excitado, mostrou seu pau a todos, depois foi a vez do Hugo que perdeu a camisa, depois foi a Verônica. Ai que a coisa pegou fogo mesmo, a Verônica tirou a calcinha e mostrou uma xoxota toda depilada. Depois de uns beijos com o marido, eles começaram a se amassar na nossa frente. O Hugo passou a chupar a esposa de maneira deliciosa levando ela a gemer gostosamente. Meu marido não demorou a se masturbar vendo aquilo de tão perto. As vezes passava a mão nos seios da Verônica. Eu, estava muito tímida, não sabia pra onde olhar, só fazia me esconder cada vez mais. A Verônica acabou gozando com o oral do marido. Conversamos mais um pouco depois, eles se desculparam, mas disseram que a excitação foi grande, e fomos embora, conversamos bastante em casa, meu marido estava realmente disposto a entrar nesse meio.
Mas novamente eu dei pra trás. Passado algum tempo, certo dia passeando no shopping encontro Verônica, quando a vi pensei em ignorar, mas ela me viu e foi super simpática comigo. Nos falamos e ela me apresentou um casal amigo que estava com ela. Eram o Júlio e a Maria Fernanda. Na hora achei o Júlio bastante atraente, tinha o biotipo do meu marido, um corpo definido, um gato. Quando estava saindo ela correu até mim e me convidou a ir na casa deles na sexta. Disse que iria haver uma festinha e que gostaria de nossa presença, ainda me disse baixinho que o Júlio estaria lá. Gelei na hora, como ela tinha percebido?
Logo que cheguei em casa liguei pro Luis Pedro falando a novidade, disse que queria ir. Ele ficou empolgado e quando chegou em casa me trouxe um presente lindo, um conjunto de calcinha e sutiã lindo vermelho e preto e uma sandalinha de salto preta. Transamos a noite inteira!

Na Sexta chegamos na residência deles eram 23:00hs, o Júlio e a Maria Fernanda já estavam lá, fomos muito bem recebidos por todos, e eu morrendo de medo de dar outra mancada. Nos serviram um vinho delicioso e ficamos conversando, o papo descambou pro sexo e ficamos sabendo que o novo casal tb curtia o swing. Já excitados com a conversa foi proposto a brincadeira do baralho de novo. Eu aceitei e dessa vez sem limites, disse eu, tirando um sorriso do Luis Pedro. A primeira mão e a Segunda também foram perdidas por mim, que acabei mostrando meu sutiã. Mas o melhor ainda estava por vir, quando o jogo estava com quase todos semi-nus, eu perdi novamente, e tive que colocar a mostra meus seios, depois tive que tirar minha calça. Como tinha colocado uma calcinha super sensual, todos os homens e mulheres admiraram. Depois que todos ficaram de calcinhas, as mulheres e cueca, os homens, foi a vez de mudar o jogo, agora quem perdia pagava uma prenda pra quem ganhasse. Ai a coisa pegou fogo mesmo. O primeiro a perder foi o Júlio, a Maria Fernando ganhou e pediu ao marido que escolhesse alguém pra dar um beijo na boca, quando ele me olhou senti que o desejo que eu sentia por ele era reciproco e nos beijamos deliciosamente com os outros gritando e mandando parar. Sai meio lerda, pois ele beijava tão bem e era tão bonito de corpo e rosto. Quando me sentei pra continuar a partida meu marido me perguntou o que tinha achado e eu visivelmente excitada e ainda olhando o Júlio, disse ao meu marido que foi maravilhoso.

Novamente o Júlio perdeu e eu fui a ganhadora. Não pensei duas vezes e pedi a ele que me beijasse novamente. Todos riram e gritaram. Ainda ouvi meu marido dizendo: - Gostou hein! Dessa vez o beijo foi mais demorado e ainda passamos a mão no corpo um do outro e pude perceber a excitação daquele homem, ele agarrou em meus seios me arrepiando e deixando-os rijos.

A Maria Fernanda perdeu e a Verônica ganhou, ela pediu pra chupar os seios enormes da Maria Fernanda, eram os seios mais lindos que havia visto em minha vida, peito de americana. A Verônica mamou gostoso nos dois e ainda se beijaram, foi um dos momentos mais excitante. Ainda a Verônica perdeu e pediu pra os homens ficarem nus. Foi o momento mais louco, quando o Júlio tirou sua cueca vi o maior membro de toda minha vida, era lindo, bem grosso e bastante grande, estava meio duro, inclinado pra baixo, e era bem bonito, com a cabeça avermelhada, todos observaram o começaram os comentários, o Hugo disse: - Que falta de respeito vc vir armado pra minha casa! A Verônica rebateu: - É calibre 22! E ai meu marido disse: - É uma bazuca! O Júlio meio sem graça tentou se esconder colocando de novo a cueca, sob os protestos da Verônica ele continuou nu.

Eu estava ali espantada. Já tinha visto em filmes, mas aquilo ali na minha frente e a minha mercê era demais. A próxima prenda era do meu marido, e como o amor da minha vida é safado e sabia de minha "curiosidade", me mandou tocar no membro do Júlio. Me arrepiei da cabeça aos pés e minha pele ficou quente na hora. O Júlio se levantou e eu fui ao seu encontro, seu pênis já estava duro e reto. Fui com a mão nos peitos dele e fui descendo lentamente até chegar naquele monumento de prazer. Peguei de leve endurecendo ainda mais o colosso, fui até a base e peguei forte. Era muito gostoso, rijo e ainda sentia sua respiração excitada. Foi duro ter que parar.

Depois de mais algumas prendas. Chegou minha vez de perder. Meu marido ganhou novamente e disse que a prenda era minha que eu fizesse o que quisesse. Me levantei e peguei o Júlio pela mão, peguei duas almofadas e levei pra trás do sofá deitei ele e de onde estávamos nada podia ser visto pelos outros. Disse que fizessem silêncio e esperassem um pouco. Um som foi emitido e gemidos do Júlio foi o barulho que fizemos. Demorou uns 5 minutos e o barulho sumiu. Eu sai de trás do sofá e safadamente mostrei a todos o que tinha acontecido. Passei a mão em minha boca limpando a saliva, ficou evidente o que foi feito, o silêncio deu lugar a alguns suspiros, olhei os rostos de espantados de todos e fui tirando minha calcinha e pondo minha xoxota no rosto do meu marido lhe falei: - Me chupa, estou meladinha, acabei de chupar um pau delicioso.

Meu marido não acreditava no que via e ouvia, sua esposa recatada virou uma devassa. Ele chupou meio incomodado, mas foi gostoso. Ficou um silêncio no ar depois, eu quebrei o clima pedindo que a Maria Fernanda ficasse com meu marido que eu iria ficar com o dela, rapidamente o Hugo se juntou a nós, cai no sofá abrindo minhas pernas, para minha surpresa quem veio foi a Verônica, que delicia, que tesão, nunca havia sido chupada por outra mulher. A Verônica sabia como fazia, me deliciei na sua língua e como recompensa depois nos beijamos deliciosamente. A essa altura meu marido já estava sentado sendo chupado com sofreguidão pela Maria Fernanda, que parecia adorar e saber fazer isso, pois meu marido fazia a cara de tesão que estava acostumada a presenciar.
Depois foi a vez de Verônica experimentar o Luis Pedro. E o Júlio ficou sob meus olhares de tesão. O Hugo se aproximou da Maria Fernanda e passaram a se beijar normalmente, pedi ao Júlio que me levasse pra cama. Ele novamente me olhou assustado, rapidamente entendi que eles não faziam troca na penetração, prática comum entre casais, mas disse que estaria disposta a dar pra ele desde que a esposa dele aceitasse, como a coisa estava quente, decidimos sair de mansinho pra não atrapalhar. Entramos no quarto do casal. Já nus. Nos beijamos e eu não paraca de sentir aquela excitação toda encostada em minhas coxas e barriga, duro e melado. Que tesão foi me dando, passei a acariciar.
Fomos pra cama e enquanto nos beijávamos perguntei se ele tinha camisinha, ele pegou dentro da gaveta do Hugo. Coloquei a camisinha nele e preparei pra ser penetrada na posição papai e mamãe comigo por baixo, seria o segundo homem de minha vida. Foi entrando gostoso, arracando um gemido mais forte meu. Aquele membro me invadindo era uma segunda perda da virgindade, senti ele alcançado pontos nunca explorados. Mudamos de posição e ele ficou por baixo e eu passei a cavalgar nele, acho que pela experiencia dele sabia que seria a melhor posição pra mim, ele não parava de falar e eu acabei entrando no ritmo da transa dele.
Ele me dizia que eu era gostosa, safada, puta, que adorava minha xoxota apertada, meus seios. Eu ficava chamando ele de garanhão gostoso e de pica deliciosa, ele ficava apertando meus seios. – Mete delicioso em mim, adorei seu pau, é lindo, me rasga vai meu tesão, me fode com ele. Ai, oh, assim...estou sentido ele no meu útero. Mete em mim vem, oh mete...assim...ohhhhh! O Júlio gritava tb: - Assim safada, rebola na pica, gosta de pau grande né? Toda putinha adora, vc está adorando receber toda? Sua puta, sei que vc adora rola grande, vi em seus olhos. Ela é toda sua. Quero sentir sua buceta se abrindo que nem flor desabrochando.
Ele tirava de dentro de mim e me mostrava: - Tá vendo? Olha como está melado de sua porra. Olha como vc está louca de tesão. Olha só como é funda sua xoxota. Diante de tantas sacanagens acabei gozando nele, mas ainda insaciável continuei a cavalgar. Ele me pôs de 4 na cama e passou a meter por trás com estocadas cada vez mais firmes e fortes, parecia querer gozar. Parando um pouco me deitou na cama, fechou minhas pernas e foi forçando a penetração por trás, pegando em meu bumbum e abrindo um pouco. Aquela penetração tava deliciosa, não demorou muito e o Júlio anunciou seu orgasmo tirando a camisinha e despejando seu extâse em minhas costas, que acabaram por melar toda a cama. Sob aplausos de Hugo, que assistia junto com a esposa do Júlio, nos desfalecemos na cama, meu marido me olhava com cara de espantado, seu estado, denotava sua excitação. O Júlio me abraçou e pensei duas vezes antes de corresponder suas caricias. Senti meu marido se aproximando de mim. Ele passou a me acariciar também. Ele me beijava a nuca e buscava minha boca. Nos encontramos num delicioso beijo.
O Júlio foi saindo e acabei na cama com meu marido. Ele me confortava me dizendo que me amava. Depois de algum tempo fomos chamados a comer uma pizza. Na hora de sairmos fui falar com o Júlio que me deu um beijo na boca e disse que tinha adorado tudo.

Chegamos em casa ainda sem nos falar, fui tomar um banho e fechei a porta, fiquei horas lá, quando sai meu marido estava deitado na cama assistindo TV, me perguntou se estava tudo bem, respondi que sim e fui deitar. No outro dia era pra pegarmos as crianças, mas achei melhor conversar com meu marido.

Conversamos bastante pra acertamos os ponteiros. Disse que me ver com outro homem tão fogosa foi a melhor coisa que aconteceu conosco. Que me amava mais e que queria continuar naquilo, eu pedi um tempo a ele, queria pensar sobre o nosso casamento e como poderia afetar. Cheguei a conclusão que amava meu marido, mas que adorava o sexo com outros parceiros, e que, apesar da loucura, aquilo era uma coisa normal, afinal, nós mulheres, tb desejamos e fantasiamos, mas as vezes temos medo de fazer e ser assim.